29 janeiro 2012

Estranho seria não escrever nada.




Pode a vida não nos reservar um lugar no tempo juntos … mas de cada vez que a tua se cruzar com a minha irei ficar exactamente assim - de sorriso na cara, de coração quente e com a certeza de ser uma privilegiada por teres feito parte.

Espero vir a ter a sorte de passar o resto dos meus dias com alguém como tu, da mesma maneira que espero que tenhas ao teu lado alguém que goste de ti, no mínimo, tanto quanto eu sei que poderia vir a gostar.

14 dezembro 2011

Chegou a hora de pôr as garras de fora e lutar pelo lugar que deveria ser meu. Cansei estar na penumbra do racional; afinal, são os loucos os de coração cheio...

11 dezembro 2011

24 novembro 2011



Finalmente tornei-te minha, a ti e tudo o que te envolve, melodia do meu coração.

16 novembro 2011

Morro de medo de reencontrar o sentimento suspenso no tempo pela tua ausência. Morro de medo de saber em parte que, provavelmente, morrerei sozinha.

14 março 2011

Agora sei que não estava preparada para te receber e partilhar contigo parte do meu caminho, qualquer flor ou riacho que nele se encontra e que tanto tempo e esforço precisaram para nascerem de novo. Mas ainda hoje, estando tu longe, sinto que não foi, de todo, a última vez que nos cruzamos. Sei que farás o teu caminho, da mesma maneira que farei o meu. Porque afinal nada me liga a ti a não ser o sentimento que despertaste em mim e deixaste para trás com a tua ausência. 

14 janeiro 2011

– Epílogo –

Acordas-me de noite; uma e outra vez e fazes me dedicar a ti o meu primeiro e último pensamento, antes de os meus olhos se voltarem a zelar.

Acordas-me de forma irrequieta, saltitando de sonho em sonho, aparecendo em lugares meus nos quais eu nunca estive contigo. Tenho o meu inconsciente a pregar-me partidas, quase como a querer a tua presença bem mais do que o meu racional; esse, que te volta a afastar sempre e mais uma vez.

Confesso que sorrio a dormir; que, sem o meu racional por perto, me reconforto no calor do meu coração e, não só sinto as borboletas como as vejo em redor.

É lá que noite após noite, desprendida de pudores, te digo o quão importante és para mim; que te confesso o quão encantada fiquei quando os meus olhos te captaram pela primeira vez. Como admiro o destino, por nos juntar sempre de forma inesperada e nos faz parar no tempo.

Conto-te como adoro quando me fazes festas no cabelo, na nuca, nas mãos, e quando me fazes esperar pelo teu abraço quente só porque não gostas de fumar com a mão esquerda… Assim como adoro observar-te quando não estas a olhar.

Sussurro-te que nunca me esqueci…e que há já tanto tempo te deixei a chave debaixo do tapete para entrares. Que é lá que deves permanecer alojado. Que é ao meu lado que te quero, que é comigo que deves ficar.

E é quando os teus olhos perplexos se cruzam com os meus… que acordo.

Abro os olhos, penso em ti e volto a adormecer durante a ‘tua’ luta com o meu racional.



...não quero que partas sem pelo menos me poder despedir de ti.

Tictac.



28 dezembro 2010

DailyDream.


Sitting there, beneath a tree

Wondering: do you think of me?

I do! I screamed, but no one heard.

In ashes turned, my lonely word…

So why should I just go and fight

If it doesn’t feel that right?

I fight against my way of being,

Try to touch your heart and feeling

And fail…

In every kind of way.


As I let my feelings grow

The less emotion did you show.

From day to day we fell apart,

It wasn’t like the very start…

How was I supposed to trust

In all this pretty thing we‘ve got

When all you did was torn apart?

Things shouldn’t have to be so hard.

On his own…

You left my heart alone.


You fell once, I fell twice.

We shouldn’t have to pay the price

For insecurity…


Sitting there, beneath a tree, wondering:

…why aren’t we meant to be??