09 outubro 2017

Quando a mente vagueia, sem perceber o que lhe aconteceu,
sentirás estremecer o teu mundo, da maneira que estremeceu o meu?

Quando a saudade esmaga, minha mente, corpo e alma,
saberás o porquê de seres o único que me aquece, acolhe e acalma?

Quando as lágrimas caiem, rosto abaixo até ao chão,
diz-me, porque não queres lá estar, para me abraçar e dar a mão?

Quando o coração baloiça, e o teu vento o deixa de empurrar, 
o que acontecer-lhe-á quando deixar de baloiçar?

19 setembro 2017

Não é que tenha dúvidas.
Se de algo me interrogo é de como lidar com o teu coração agora. Se precisa de ar para não sufocar, se amor para não desaprender a amar. 

06 setembro 2017

Lutar significa acrescentar - à vida, ao tempo, ao amor.
Quando equivocado com remover, aos poucos, da vida e do tempo, será que ainda resta amor?

09 maio 2017

Nunca outros braços encaixaram tão bem em volta do meu corpo, nunca os passos de outro alguém rodopiaram com tanta harmonia com os meus, nunca uma melodia foi mais bonita que os batimentos do teu coração - esse lugar tão meu!
Mesmo tendo eu dois pés esquerdos, é tão fácil dançar contigo pela vida fora.

07 novembro 2016

Quando não se percebe qual a intenção, se amizade se roubar-me um beijo, e se tem um coração caladinho como o meu, a hipótese que resta é sorrir-te; para que te apercebas que sim, por favor, vem, vem já, dá-me esse abraço mas traz o beijo contigo.

29 julho 2013

São os teus olhos, querido, tão teus a pousar nos meus, lá que nos encontramos, dia após dia, na calmaria do nosso mar. Tudo ao seu tempo, bem certo, bem devagar.

16 julho 2013

Podes não sorrir para mim, mas algo me diz que ainda é para mim que respiras. E sabe o céu como é possível passar um dia sem sorrir....agora sem respirar - nem um segundo. 

24 junho 2013

Foi assim...

...em noite de São João, que aprendi a arriscar.
Contigo, mesmo ao lado, a segurar-me a mão, com tantos motivos para ser feliz quantos dedos entrelaçados.


17 junho 2013

Porto, belo Porto!

Foi em cada olhar, um abraço. Em cada passo de dança, um rodopio. Em cada palavra, uma lição. Em cada sinal, um incentivo. Em cada sorriso, um pular de batida. 
Foi assim que se voltou a fazer ouvir cá dentro.